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Se não acharem ninguém melhor para a função, contem comigo
4 anos ago

Se não acharem ninguém melhor para a função, contem comigo

Por Acácio Barros

Com palavras parecidas com essas, me dispus a exercer a espinhosa tarefa de apitar a Copa Trifon Ivanov. O fato de conhecer pessoalmente poucos participantes trazia um desejável ar de isenção à minha figura (o que acabou me gerando durante o torneio o apelido de “árbitro anônimo”). Depois de um rigoroso processo de seleção, a TRIFA – por meio do presidente de sua Comissão de Arbitragem, Coronel Marinho – oficializou que Winckler Rezende de Freitas, Cesarotti Amarilla, Giuli Castrilli e Talita Paula de Oliveira, seriam meus companheiros de tarefa no Trifonzão.

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Um campeonato folclórico, emoções reais
4 anos ago

Um campeonato folclórico, emoções reais

Terça-feira, 11 de fevereiro de 2014. Rua Rui Barbosa, bairro da Bela Vista, São Paulo. Este local é conhecido como o coração do distrito do Bixiga, um bairro que não é bairro. O sotaque italiano, as festas, a personalidade diferente. É semelhante ao que acontece na Mooca, porém com menos propaganda (e sem reconhecimento distrital). Não existe uma divisão formal do que é Bixiga do que não é, mas basta estar ali presente para notar.

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Crônica de um corneteiro em dívida
4 anos ago

Crônica de um corneteiro em dívida

Por Fabio Fleury

A primeira prova que eu tive de que o dia 8 de fevereiro de 2014 seria épico veio logo quando cheguei ao Playball. O Miúdo me viu, chegou e me deu um pirulito.

“Pra quê isso, cara?”

“Chupa, já fiz dois gols hoje.”

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Agora um poeminha
4 anos ago

Agora um poeminha

Por João Paulo Borgonove

O Vélez Brásfield foi mais ou menos
jogando a Copa Trifon Ivanov.
Ganhamos e perdemos
tudo culpa do Isvetcoff.

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Todos nós comemoramos a mesma coisa
4 anos ago

Todos nós comemoramos a mesma coisa

Por Bruno Bonsanti

Naquele calor, ensurdecedor, como diz o outro, respirar era um desafio. Pensar direito era impossível. Quando um dos melhores jogadores a edição passada da Copa Trifon Ivanov dominou a bola na entrada da área e armou o chute, despendi dois milésimos de segundos para tomar uma decisão, que considerou um único fator: não pode ser gol.

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O nosso lado negro nem teve tempo de aparecer
4 anos ago

O nosso lado negro nem teve tempo de aparecer

Por Felipe Lobo

Ser escolhido para capitanear um time da Copa Trifon Ivanov é mais do que uma alegria. É uma honra. E fiz questão que o nome do time tivesse a minha assinatura. Não éramos os melhores, mas éramos um time que gostava de lutar. Vestimos a raça uruguaia, em uma homenagem à tradição Carbonera. Representamos a Penha, a zona leste. O meu bairro, a minha região. Uma brincadeira que todos compraram a ideia.

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O Futebol Gourmet contra as cornetas
4 anos ago

O Futebol Gourmet contra as cornetas

Por Marcelo Mendonça

O megafone e as trombetas de Gondor soaram como nunca e o time que tinha estampada a coxinha do Veloso não se abalou e usou isso como trunfo pra ser o 3º colocado da série A da Copa Trifon Ivanov.

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Conservadorismo e tristeza
4 anos ago

Conservadorismo e tristeza

Por Rodrigo “El” Salvador

O Cobrelapa não foi um time de um dia. É justo dizer que nenhum time foi, já que a II Copa Trifon Ivanov começou há tempos, e ainda não acabou. Mas quando a gente se dispõe a fazer qualquer coisa junto com gente que nunca viu na vida, a chance de dar miseravelmente errado existe. No Cobrelapa, tudo deu mecanicamente certo, fruto de uma sinergia rara. Assim, minha tarefa aqui é falar sobre um time que ainda existe e que tem torcida, ainda que nunca mais jogue junto. Uma seleção de caras fodas.

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Crimes inafiançáveis
4 anos ago

Crimes inafiançáveis

Por Walter Paneque

Foi um sábado atípico, disseram por aqui. Repleto de pessoas legais, também afirmaram. Citaram ainda que, olhem só, podia ter uma Copa Trifon Ivanov por mês. Aonde já se viu!? Bem, eu não sei, mas concordo com tudo isso. Apesar do roubo, mais um grande dia.

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Renascimento
4 anos ago

Renascimento

Por Juliana Damasceno

Nasci numa família de fanáticos que fizeram a vida, construíram suas casas e sua história por causa de um time de futebol. Lindo começo, não é? Mas, certamente, fossem vivos, meu avô e meu pai nada teriam do que se orgulhar: sou um fracasso com a bola nos pés.

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